O. Lins/O sopro na argila

“Nada em Osman Lins é gratuito. Sua narrativa palimpséstica, dialética, polifônica esconde um sem-número de camadas de significados e demanda uma cuidadosa, atenta leitura. Às vezes vagarosa, parágrafo a parágrafo, frase a frase, até palavra por palavra. Há, oculta, latente, uma infinidade de sugestões no texto. […] A cada releitura, seus livros oferecem surpresas e revelações.”


(H.A., na apresentação de Osman Lins: o sopro na argila, 2004.)