Corações solidários

Comentários de leitores de H. A.

  • Meu afetuoso e fraterno abraço de gratidão às leitoras e aos leitores – corações solidários – que foram ao lançamento do meu novo livro de contos, A vizinha das sete cordas (Editora Sinete), no sábado, dia 23 de maio, no Canto Madalena, em São Paulo. Vocês me proporcionaram uma tarde-noite de infinita alegria. Namastê!

    (Quem não pôde ir encontra o livro no site da Sinete e, em breve, na Amazon.)

  • A vizinha das sete cordas é um livro em que o leitor entra achando que vai apenas acompanhar histórias e termina com a sensação de ter atravessado vidas. Há algo de raro na escrita de Hugo Almeida: ele observa sem crueldade, ironiza sem desumanizar e toca o trágico sem teatralidade. Sua prosa é lúcida sem ostentação – como quem sabe que a literatura não precisa gritar para ferir (ou salvar).”

    (Lara Vaz-Tostes, na orelha de A vizinha das sete cordas.)

  • “estes belíssimos contos de a vizinha das sete cordas iluminam o que há de mais íntimo e doloroso no ser humano: amor, culpa, perda, redenção – as personagens caminham por territórios instáveis, onde um mínimo gesto pode salvar ou condenar. com o lirismo dilacerante do autor e o olhar alerta dos narradores, as histórias de hugo almeida reforçam que toda vida é travessia e, nas sombras das veredas, pulsa um lampejo de espanto, fé e humanidade.”

    (Whisner Fraga, autor de As fomes inaugurais e outros livros. Editor na Sinete. O texto sobre A vizinha das sete cordas é da contracapa do livro.)

  • “Hugo Almeida constrói [em Vale das ameixas] uma prosa que privilegia a observação e a elaboração cuidadosa das cenas, permitindo que o detalhe adquira espessura narrativa. Há atenção constante aos deslocamentos internos dos personagens e ao modo como pequenas lembranças, objetos ou situações cotidianas acionam camadas mais profundas da narrativa. O romance avança sem pressa, sustentado menos por grandes acontecimentos do que pela sedimentação gradual de conflitos e afetos.”

    (Faustino Rodrigues, “Vale das ameixas. Por que ler?”)

  • “Belo, vigoroso, cabal e delicioso artigo sobre A bala dos desarmados.  Feliz autor que caia sob seus olhos atentos.”

    (Ronaldo Costa Fernandes, autor de O narrador do romance, ensaio, de O ano da revolta dos desvalidos, romance, e outros livros. Barcelona.)

  • “Suas postagens me tocaram muito. A de O fiel e a pedra/eternidade [de Osman Lins] me pareceu belíssima, sobretudo por essa imagem de ‘reerguer, com amor e lucidez, o tempo da minha eternidade’, que achei de uma força rara. Há nisso algo profundamente humano e, ao mesmo tempo, altíssimo: como se a memória, os mitos da infância e a própria mitologia interior fossem convocados não apenas como lembrança, mas como permanência.”

    (Lara-Vaz Tostes, advogada e escritora. Belo Horizonte.)

  • Maravilha esse seu texto sobre o livro de contos A bala dos desarmados. Riquíssimo, bem escrito e tudo o mais. Você escreve de maneira supimpa. [Alguns dias depois:] Já li três contos do Francisco de Morais Mendes e estou gostando de todos. Mas a orelha que você escreveu é de elefante, DEZ!

    (Jaime Pereira Silva, jornalista e compositor. São Paulo.)

  • (Márcia Baldrighi, jornalista e escritora, autora de Adotar, viver e amar. São Paulo.)