“Este romance nasce sob o signo da beleza angustiada: é, por isso, moderno como a busca do belo e eterno como a angústia do homem – sobretudo do homem que vem escorraçando a sua e as alheias vidas.”
(Antônio Houaiss [1915-1999], na orelha de Cemitério de navios [1993], de Mauro Pinheiro.)