“Assim nos andamos nós – do realismo para o sonho, e deste para aquele, na oscilação perpétua das dúvidas, sem que se possa diferençar na obscura zona neutral alongada à beira do desconhecido, o poeta que espiritualiza a realidade, do naturalista que tateia o mistério.”
(Euclides da Cunha, no prefácio “Antes dos versos” de Poemas e canções [1908], de Vicente de Carvalho.)