(Aires da Mata Machado Filho, “‘As pompas do Mundo’ e o ‘Globo da Morte’”, O Estado de S. Paulo, 24 de janeiro de 1976.)“O autor [Hugo Almeida], nos seus 23 anos, deixa de entregar-se às demasias verbais [em Globo da Morte, Edição Alternativa, 1975) que a idade justificaria. É que se impôs, desde já, conseguir o efeito máximo de autenticidade, com o mínimo de recursos estilísticos, acrescentados às palavras ligadas ao acontecimento que flui.”
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