“Naquele momento de angústia,/ o homem não sabia se era o mau ou o bom ladrão./ E quando a mais amarga das estrelas o oprimia demais,/ eis que a sua boca ia dizendo: / eu sou anjo.”
(Jorge de Lima, “As vozes do homem”, A túnica inconsúltil.)
“Naquele momento de angústia,/ o homem não sabia se era o mau ou o bom ladrão./ E quando a mais amarga das estrelas o oprimia demais,/ eis que a sua boca ia dizendo: / eu sou anjo.”
(Jorge de Lima, “As vozes do homem”, A túnica inconsúltil.)