“Minha mãe, quantos sóis e quantas luas já rolaram sobre a tua ausência? / Quão doce era o teu seio / e meigo o coração! / Nem sequer um dia deixei / de murmurar teu nome.”
(Vale das ameixas, de H.A.)
“Minha mãe, quantos sóis e quantas luas já rolaram sobre a tua ausência? / Quão doce era o teu seio / e meigo o coração! / Nem sequer um dia deixei / de murmurar teu nome.”
(Vale das ameixas, de H.A.)