“Dona Justina”/início

“Mais de uma vez Túlio me contou que Dona Justina, a mãe dele, ainda criança revelou personalidade forte. Ouvia isso da avó. Foi precoce também no senso de justiça e no dom poético. Não é à toa que se tornou advogada e poeta. Na adolescência começou a escrever versos em cadernos escolares. Num deles, que Túlio me mostrou, li o poema ‘Café de outrora’, mais tarde publicado em livro. É bonito, sensível, gosto dele.”


(Início do conto “Dona Justina”, de A vizinha das sete cordas, de H.A.)