“Como pode a arte sair do estado da mais pura disciplina, para a desobediência na cena urbana polifônica? Como pode arrancar seu verniz com as próprias unhas, só porque ainda insiste em nos presentear com seu silêncio resistente? Estaria ela perdendo ‘tempo’? Como podemos ouvi-la? Logo nós… míseros mortais que da sua transcendência não entendemos nada.”
(Eliane Tróia, “Para pensar com o corpo: pode?”, prefácio de Sendas para o mundo flutuante, de Robson Hasmann.)