Henriqueta Lisboa/sinos

“Ó poesia de Ouro Preto! / em cada beco ver sombras / que já desapareceram. / Em cada sino ouvir sons, / badaladas de outros tempos. / Em cada arranco de solo / batida de pedra e cal / ver a eternidade em paz.”

(Henriqueta Lisboa, “Poesia de Ouro Preto”, Madrinha Lua, 1941-1946.)