“O nosso autor lutava contra essa escravizada palavra repetitiva, intrusa, colada na memória de todo escritor, de todos nós usuários de sua visibilidade e oportunidade de uso. […] Bartolomeu Campos de Queirós sempre soube descartar essas palavras do vocabulário comum, de rima pobre, ou a palavra empobrecida pela vilania de seu uso. Então, o escritor pega, esfrega, nega, mas não lava. Sim, as palavras não foram lavadas nem levadas. Estão lá no fundo de seu baú de memórias.”
(Maria de Lourdes Caldas Gouveia, Bartolomeu Campos de Queirós: espelho da palavra.)