“É possível tirar algumas conclusões: Whitman via uma conexão indissociável entre linguagem e mundo. Palavras são signos vivos de uma cultura. Para ele, tudo era linguagem: ela não só estava no poder de falar, nos dicionários, mas incluía gestos, relacionamentos, atos, afetos, sons, emblemas, ideias, conceitos. O pessoal é sempre político. O corpo não está separado da mente. Não existe linguagem privada: ela é sempre social e pública.”
(Rodrigo Garcia Lopes, posfácio “With the Man” [Com o homem], de Folha de relva, de Walt Whitman, que ele traduziu.)