“O salão do café lotado. Sento à mesa que resta, ao lado do casal simples, Pedro e Claramélia (“painho juntou o nome de mãinha com o de vó, mas desde menina todo mundo me chama de Tula”, disse no check-in) com o filho (não sei o nome dele), todos felizes, e do outro casal, Wallace e Perpétua, este no contubérnio temporário que a situação exige. Fico entre as duas mesas. Mesmo com o zunzum das conversas, do ruído de talheres, xícaras e pratos, escuto o que dizem.”
(Início do conto “Duas estrelas”, de A vizinha das sete cordas, de H.A.)