“Poeta urbano por excelência, a experiência de viver em cidades cosmopolitas e babélicas como Brooklyn, New Orleans e Nova York não pode ser esquecida. Também é importante dizer que o self de que Whitman nos fala nada tem a ver com o individualismo egoísta de nossos dias. Paradoxalmente, quanto mais Whitman canta o seu ‘eu’, mais ele é universal, mais ele transcende tempos e espaços.”
(Rodrigo Garcia Lopes, posfácio “With the Man” [Com o homem], de Folha de relva, de Walt Whitman, que ele traduziu.)