“Não sou feita de ódio. / Sou feita de ética. / Mas minha ética, às vezes, queima. // E desse fogo nasceu movimento. / Nasceu palavra. / Nasceu coragem. // […] E se me perguntarem de onde tiro força… / talvez eu diga: // de uma flor que arde por dentro, / mas não se consome.”
(Lara Vaz-Tostes, “Flor de fogo”, Corpo-silêncio.)