Mil corações…/força vital

“Quando li Mil corações solitários pela primeira vez, em 1988, eu tinha 37 anos. De lá pra cá são 38 anos. A história se passa da década de 1950 até os anos 80. O cenário daquele tempo. É uma história que me emocionou, uma mulher inicialmente tímida, Níobe, sensível e tão viva, que, em meio às limitações da época e circunstâncias, buscava a felicidade. Sofreu, cresceu, deu uma reviravolta na vida. É dos seus livros o que mais gostei e me impressionou. Eu sinto uma força vital nesse romance. Ele é inquieto, engajado, muito vivo, querendo viver. A vida das mulheres está mais fácil atualmente. Criaturas como a protagonista foram definindo uma ‘atmosfera’ mais feliz para os envolvidos na aventura da vida. A 4ª edição ficou linda. Parabéns a você e à editora.”

(Jair Nascimento Filho, engenheiro, professor aposentado da UFMG. Belo Horizonte.)


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