Vale das ameixas/afetos

“Hugo Almeida constrói [em Vale das ameixas] uma prosa que privilegia a observação e a elaboração cuidadosa das cenas, permitindo que o detalhe adquira espessura narrativa. Há atenção constante aos deslocamentos internos dos personagens e ao modo como pequenas lembranças, objetos ou situações cotidianas acionam camadas mais profundas da narrativa. O romance avança sem pressa, sustentado menos por grandes acontecimentos do que pela sedimentação gradual de conflitos e afetos.”

(Faustino Rodrigues, “Vale das ameixas. Por que ler?”)


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