Corações solidários

Comentários de leitores de H. A.

  • “Belo, vigoroso, cabal e delicioso artigo sobre A bala dos desarmados.  Feliz autor que caia sob seus olhos atentos.”

    (Ronaldo Costa Fernandes, autor de O narrador do romance, ensaio, de O ano da revolta dos desvalidos, romance, e outros livros. Barcelona.)

  • “Suas postagens me tocaram muito. A de O fiel e a pedra/eternidade [de Osman Lins] me pareceu belíssima, sobretudo por essa imagem de ‘reerguer, com amor e lucidez, o tempo da minha eternidade’, que achei de uma força rara. Há nisso algo profundamente humano e, ao mesmo tempo, altíssimo: como se a memória, os mitos da infância e a própria mitologia interior fossem convocados não apenas como lembrança, mas como permanência.”

    (Lara-Vaz Tostes, advogada e escritora. Belo Horizonte.)

  • Maravilha esse seu texto sobre o livro de contos A bala dos desarmados. Riquíssimo, bem escrito e tudo o mais. Você escreve de maneira supimpa. [Alguns dias depois:] Já li três contos do Francisco de Morais Mendes e estou gostando de todos. Mas a orelha que você escreveu é de elefante, DEZ!

    (Jaime Pereira Silva, jornalista e compositor. São Paulo.)

  • (Márcia Baldrighi, jornalista e escritora, autora de Adotar, viver e amar. São Paulo.)

  • “O personagem masculino preponderante e senhor do Vale das ameixas é Harley Tymozwski, ou Timo (o leitor que descubra as origens e os significados do apelido, para além do sobrenome). Polonês de origem, professor – rico daquele machismo bíblico, ainda hoje tão difícil de se desintegrar –, Timo vai ressignificar a própria vida em pendência a todas as mulheres por que ‘passou’ (ex-alunas, professora, bailarina, psicóloga etc. etc.). Um homem sedutor, senhor de conquistas indeléveis. […] Para o narrador-mor, aqui também, as mulheres serão mestras de vida e serão vozes (às vezes em cartas) da narração. Dos seios delas, fetiche de Harley, mimetizam-se as ameixas do Vale (a propósito, nos dicionários de símbolos, a fruta ameixa está associada ao órgão sexual feminino e ao prazer carnal). Elas serão emblema do leite metafórico de quando Timo já não pode mais se alimentar do materno. Considere-se também, a título de informação, que a Polônia é grande produtora e exportadora de ameixas.”

    (Alexandra d’Orsi, Vale das ameixas, à sombra dos seios em flor”, revista digital Triplov.)

  • “Seus livros são realmente muito envolventes. Mais uma vez parabéns.”

    (Sonia Achatkin. Parecerista de projetos culturais. São Paulo.)

  • “O autor [Hugo Almeida], nos seus 23 anos, deixa de entregar-se às demasias verbais [em Globo da Morte, Edição Alternativa, 1975) que a idade justificaria. É que se impôs, desde já, conseguir o efeito máximo de autenticidade, com o mínimo de recursos estilísticos, acrescentados às palavras ligadas ao acontecimento que flui.”

    (Aires da Mata Machado Filho, “‘As pompas do Mundo’ e o ‘Globo da Morte’”, O Estado de S. Paulo, 24 de janeiro de 1976.)

  • “Em 2004, li o multipremiado romance Mil corações solitários, do escritor mineiro Hugo Almeida, lançado originalmente nos anos 1980. Após a leitura, escrevi o poemeto ‘Corações solitários’ e enviei-o ao autor. O tempo passou. Agora, recebo a quarta edição do livro, que traz na última capa aquele poema – do qual, confesso, eu nem lembrava mais. Uma gentileza do autor. Mil corações solitários (Editora Sinete, 2025). Confira.”

    (Do Instagram de Carlos Machado, poeta e jornalista. Autor de vários livros de poemas, como Cicatrizes e Cais de memória, e editor do boletim quinzenal poesia.net.)