Comentários de leitores de H. A.
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(José Xavier do Nascimento Filho, ao avaliar com 5 estrelas Viagem à Lua de canoa, de H.A., na Amazon.)
“Primeiro livro que eu li completo, simplicidade incrível.”
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(Whisner Fraga, escritor, editor na Sinete. Autor de vários livros, entre eles as fomes inaugurais, minicontos.)
“benditos e malditos os frutos do ventre da memória, o ancião refaz [em Vale das ameixas, de H. A.] percursos alojados em algum compartimento do cérebro, os reinterpreta, os revive, muitas vezes, e, finalmente, os escreve. […] existiram estes vales encravados nos calabouços do tempo, ressurgidos nos escaninhos das reminiscências, analisados nas sinapses dos raciocínios e tornados públicos em um diário íntimo? […] seu timo, conte tudo, como você fez para se dissolver nas tortuosidades do desejo? você, leitor, se embrenhe neste labirinto de vestígios: as respostas estão na sua leitura.”
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(Ralph Peter, Livros em Revista.)
“Hugo Almeida, jornalista e doutor em literatura nacional, trouxe ao mundo um romance [Vale das ameixas, Editora Sinete] sociofamiliar em elevado estilo, muito bem urdido. Esbanja cultura multifacetada, riqueza retalhista sem tornar-se enfadonho. Em determinadas partes o leitor poderá pensar estar diante de um conto, dentro do ‘sistema’, como se fora metalinguagem. Apesar do seu grosso calibre, dada sua pena fluida, elegante, lê-se rapidamente. Reflexivo, ao seu término remanesce um sabor gostoso e pena por ter findado. Destaque-se também a riqueza editorial que ajuda a completar a obra. Muito bom!!”
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(Ronaldo Cagiano, escritor brasileiro residente em Portugal, autor de Eles não moram mais aqui, contos, Prêmio Jabuti 2016, e de vários outros livros, em “O que ficou fora do debate”, SP Review.)
“Essa obra [Vale das Ameixas, de Hugo Almeida (Editora Sinete, 2024)] constitui-se num puzzle narrativo, um verdadeiro monumento à linguagem, injustamente negligenciada pela crítica e mídia. Meticuloso como um ourives, o autor constrói uma história híbrida na forma e densa no conteúdo, destacando-se pelo seu vigor, carga semântica e metafórica e pela tensão de uma história, cujo enredo culmina num poderoso escrutínio das inquietações existenciais e metafísicas de seus personagens.”
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(Jaime Pereira Silva, jornalista, São Paulo.)
“Tive o prazer de ‘triler’ Mil corações solitários e me diverti ainda mais. Muito legal essa mescla de assuntos colorindo a história e as vidas dos narradores (se fosse cinema, diria personagens). As cartas da Níobe são um show à parte.”
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“Mil Corações Solitários é um livro raro: delicado sem ser frágil, rigoroso sem ser árido, emocional sem ser sentimentalista. Acredita no amor como forma de lucidez – e talvez seja essa a sua grande revelação.”
(Lara Passini Vaz-Tostes, “‘Mil Corações Solitários’: O Silêncio que Respira”, Baía da Lusofonia.)
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“Cebola que se despe e não amarga,
Camadas do romance de Hugo Almeida,
Raízes de carvalho e gameleira
Tudo se conecta e se entrelaça.
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O que aparenta disperso se aclara
nas cartas e na rede de Renês;
pessoa parecida com parede;
minas de verdades essenciais.
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Segregando nomes: Diana, Níobe;
os centímetros cúbicos do universo;
entranhas da humana cartografia.
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Na gama dos sentimentos e das épocas,
jamais o olhar que destrua a alegria,
mas a luz e a magia do convívio.”
(Caio Junqueira Maciel, “Soneto desentranhado de Mil corações solitários”.) -
(Marcelo Guedes Dupin, o “Zen”, técnico agrícola, geógrafo e escritor. Itambacuri-MG.)
“Finalizei a leitura do Mil corações… Que nome você escolheu pra personagem, hein? Níobe, nunca vi, nem ouvi, nada parecido. Que leitura ligeira. Que imaginação e criatividade para escrever cartas! Parabéns. Entendi por que o romance foi duas vezes premiado. Claro, mereceu sim uma nova edição.”